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Incêndios Algarve: Campanha da Acral de apoio a vítimas rende 2.800 euros

ACRALA campanha de angariação de donativos para as vítimas dos incêndios na serra algarvia, promovida pela Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL), permitiu recolher cerca de 2.800 euros.

Segundo um comunicado da associação, o valor estava contido em 254 mealheiros espalhados por estabelecimentos de comércio local nas cidades de Vila Real de Santo António, Tavira, Olhão, Faro, Loulé e São Brás de Alportel.

 

O valor foi depositado em partes iguais nas contas criadas pelas autarquias de Tavira e São Brás de Alportel.

Segundo o relatório provisório de incêndios florestais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas hoje divulgado, o maior fogo de 2012 foi o que teve início a 18 de julho, no concelho de Tavira, e queimou, até 21 de julho, 21.437 hectares de espaços florestais na Serra do Caldeirão, entre Tavira e São Brás de Alportel, o que representa cerca de 21% da área florestal ardida este ano.

Um relatório independente sobre os incêndios de julho no Algarve divulgado na segunda-feira concluiu que houve falta de meios de combate e de aceiros, bem como falhas do comando na perceção da localização do fogo e na previsão da evolução das chamas.

A avaliação, feita pelo investigador Domingos Xavier Viegas, responsável pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Lousã, a pedido do ministro da tutela, Miguel Macedo, foi entregue no mesmo dia no Ministério da Administração Interna, em Lisboa.

À agência Lusa, o investigador referiu que a insuficiência de meios de combate - bombeiros e viaturas - associada à ocorrência simultânea de vários focos de incêndio contribuiu para o alastramento das chamas.

O especialista apontou ainda avarias nos aviões, falta de aceiros, dificuldade de perceção do sistema de comando da localização do fogo e falha na previsão da sua evolução.

Entre as várias recomendações propostas, Domingos Xavier Viegas destacou o uso de ferramentas de suporte para avaliar o comportamento do fogo e a preparação das populações para se precaverem das chamas, nomeadamente através de formação e equipamentos.

fonte/algarveprimeiro

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