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Estrada Nacional 125 tem quase três vezes mais carros que a Via do Infante

Estrada Nacional 125O tráfego na Estrada Nacional 125 no Algarve cresceu em média 3 mil carros por dia no Verão face ao mesmo período do ano passado.

Segundo o "Jornal I" os dados da Estradas de Portugal para os meses de Junho a Agosto revelam que este crescimento de 12% em média ponderada global não foi equivalente para todos os troços onde existe contagem de tráfego.
Em Agosto, no sublanço de Odiáexere/Estombar, que cobre a ligação entre Lagos e Portimão, o movimento diário chegou a registar mais 5400 carros do que no mesmo mês do ano passado.

Esta evolução, que deixa de fora alguns dos sublanços com mais procura por ausência de pontos de contagem, é a resposta dos automobilistas à introdução de portagens na Via do Infante. Esta ex-Scut tem apresentado uma das perdas de tráfego mais expressivas no conjunto das sete auto-estradas que passaram a ser cobradas desde 2010 e 2011.

Em Junho deste ano, o último mês para o qual existem dados para a Via do Infante, o tráfego médio diário foi de 8587 veículos. O número representa uma quebra de 49% face ao movimento registado em Junho do ano passado, quando esta via ainda era grátis.

No mesmo mês, o tráfego médio diário da Nacional 125 foi de 23 848. Isto quer dizer que por cada carro que passou na Via do Infante passaram 2,6 na Nacional 125.

Do ponto de vista do Estado, a queda de tráfego na Via do Infante e o aumento de movimento na Nacional 125 conjugam o pior dos cenários.

Significa que recebe menos receita na estrada que é portajada, ao mesmo tempo que tem de pagar mais à concessionária que explora a Nacional 125. Isto porque uma das componentes dos pagamentos públicos às concessionárias é a taxa de serviço que varia em função do tráfego.

Há mesmo quem defenda que, no caso do Algarve, o Estado poderia ganhar com uma redução de portagens na Via do Infante ou mesmo isenção de portagens em alguns troços.

As portagens não chegam para explicar a acentuada quebra de tráfego na Via do Infante, que no global para o mês de Junho perdeu mais de 8500 automóveis por dia. A explicação aqui será a crise económica, que é responsável por uma queda generalizada do tráfego, sobretudo nas auto-estradas pagas.

A maior procura da estrada nacional não travou uma diminuição do investimento na subconcessão Algarve Litoral, anunciado na semana passada.

O investimento em construção foi cortado cerca de um terço, eliminando várias variantes à Nacional 125 que ainda não estavam em obra. A redução ascende a 155 milhões de euros, mas manteve-se a requalificação da Nacional 125.

fonte/algarveprimeiro

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